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terça-feira, 27 de outubro de 2020

Jornalista é encontrado com múltiplas fraturas após sequestro em Roraima

 


Segundo a testemunha, Dos Anjos foi abandonado embaixo de uma árvore ainda pela noite, sem água e comida, com o rosto vendado e mãos amarradas.

O jornalista Romano dos Anjos, da TV Imperial, afiliada da Record TV em Roraima, foi encontrado nesta terça-feira, 27, após ter sido sequestrado na noite de ontem.

Dos Anjos foi localizado na região da Vicinal do Bom Intento, zona rural de Boa Vista.

Primeiramente, havia o relato de que ele teria sido encontrado por um agricultor, mas a polícia retificou a informação. De acordo com a investigação, ele foi localizado por um servidor terceirizado da Roraima Energia. Segundo a testemunha, Dos Anjos foi abandonado embaixo de uma árvore ainda pela noite, sem água e comida, com o rosto vendado e mãos amarradas.

A testemunha contou à polícia que passou pelo local por volta das 8h30, para checar os relógios de energia na região. Ele se deparou com o jornalista apenas de bermuda, com sinal de agressões. Dos Anjos foi então levado ao Hospital Geral de Roraima.

O apresentador é conhecido por comandar o programa Mete Bronca, com cobertura de casos policiais e denúncias de irregularidades. De acordo com a Segurança Pública de Roraima, a principal linha de investigação é de que o sequestro seria uma ação do crime organizado.

"Foram identificadas múltiplas fraturas em membros superiores e inferiores. Não teve fratura exposta, mas múltiplas lesões. Chegou a informação de que a vítima estava com a língua cortada, mas não houve esse tipo de lesão. No momento, ele está sem correr risco, mas permanece internado e está sob os cuidados de uma equipe multidisciplinar", informou um representante da unidade hospitalar.

Sequestro

Segundo o delegado-geral da Polícia Civil de Roraima, Hebert Amorim, três homens invadiram a residência do jornalista por volta das 20h. O trio pulou o muro da casa e rendeu o apresentador e a mulher, Nattacha Vasconcelos, enquanto ambos estavam se preparando para jantar.

"Ele [Romano] disse que nem chegou a comer. Passou horas sem beber água. Disse também que eram três pessoas inicialmente. Segundo ele, um dos sequestradores tinha sotaque e dizia ser do Sindicato, uma facção criminosa da Venezuela. Ele contou que, a todo momento, perguntavam se ele tinha dinheiro e disse que foi levado de casa no veículo e que uma quarta pessoa chegou depois, em uma caminhonete. E essa pessoa teria sido responsável pelas agressões", afirmou.

Sobre o segundo veículo envolvido, a Polícia Civil disse que solicitou imagens das câmeras de segurança localizadas nos arredores da residência do casal. O delegado ressaltou ainda que foram encontradas marcas de pneus na região do Bom Intento e que o celular da mulher de Romano continua desaparecido. O aparelho telefônico do jornalista foi encontrado.

Apesar dos indícios, o delegado informou que não descarta qualquer outra possibilidade, inclusive de que a ação esteja conectada com a profissão do jornalista, que apresenta um programa de TV policial ou ainda, que o crime tenha conotação política.

"Não podemos descartar nenhuma linha de investigação. Devido ao modo operandis, tudo leva a ser que é uma facção organizada, mas temos que levantar todas as hipóteses. A situação do trabalho dele, a relação com facções criminosas", afirmou Amorim.

Noticia ao Minuto

Burro fica suspenso em carroça com excesso de peso em Juazeiro do Norte

 Dono do animal foi identificado e notificado para se apresentar à delegacia.



Um burro ficou suspenso em uma carroça com excesso de peso no Bairro Salesianos, em Juazeiro do Norte. O caso ocorreu na manhã desta terça-feira (27), foi fotografado e denunciado à polícia ambiental. Uma equipe do Batalhão de Polícia do Meio Ambiente de Juazeiro do Norte constatou que o animal transportava uma carga pesada de tijolos.

Segundo o sargento Marcos A. Silva, da Polícia Ambiental, o dono do animal foi identificado e notificado para se apresentar à delegacia. O caso foi encaminhado para a Polícia Civil do Ceará, que deve instaurar um inquérito.

O sargento afirma que apenas com análise de um veterinário pode ser verificado se o animal sofreu algum tipo de maus-tratos. O animal, contudo, foi solto em campo aberto após o incidente.

Além da Polícia Ambiental, a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Ceará (Adagri) também compareceu ao local.

Punição por maus-tratos

Caso seja constatado maus-tratos ao burro, a lei estabelece pena de dois a cinco anos de reclusão em caso de condenação. A pena é aumentada de um sexto a um terço se o crime causa a morte do animal.

A lei que tornou mais rígida a punição por maus-tratos a animais foi sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro em 29 de setembro.

Click PB

Polícia Civil indicia padre por falsa comunicação de crime

 


Polícia Civil da Paraíba indiciou o padre José Gilmar Moreira por prática de falsa comunicação de crime. A decisão foi tomada após as investigações apontarem que o religioso mentiu ao afirmar que havia sido vítima de um assalto seguido de sequestro e cárcere privado, ocorridos durante os dias de 13 a 16 deste mês, nas cidades de João Pessoa e litoral sul da Paraíba. As informações foram divulgadas na tarde desta segunda-feira (26) durante uma coletiva de imprensa concedida pela Polícia Civil.

O caso foi investigado pela Delegacia de Crimes Contra Pessoa de João Pessoa (DCCPes/JP). De acordo com a delegada Emília Ferraz, o padre passou a ser considerado desaparecido, após sair por volta das 12h do dia 13 deste mês, afirmando que iria celebrar um velório. E, no meio caminho, foi abordado por dois criminosos que invadiram seu carro e o conduziram para um cativeiro no litoral sul da Paraíba, onde o mantiveram preso por três dias.

O religioso ainda enviou uma mensagem com a palavra “socorro” para um membro da igreja, que acionou a Polícia Civil que localizou o padre e o veículo. Após começar a investigar os possíveis autores do crime, a Polícia Civil encontrou lacunas nas declarações prestadas pelo religioso que afirmava ter sido vítima de dois criminosos.

“Passamos a realizar diligências e descobrimos que não houve nenhuma celebração fúnebre agendada naquele dia com a presença do padre. Ouvimos novamente o religioso durante quatro horas e ele acabou confessando que havia criado a história do falso sequestro porque estava transtornado ”, afirmou a delegada.

Durante o segundo depoimento, o padre alegou problemas emocionais e afirmou que estava sendo vítima de uma tentativa de extorsão. Ele estaria sendo ameaçado para pagar uma quantia em dinheiro a um criminoso e ficou desesperado a ponto de decidir cometer suicídio.

“Ele disse que se deslocou até o litoral sul, onde há praias, para se afogar, mas não conseguiu. Ficou perambulando por dois dias seguidos, em estado de desespero. Quando foi encontrado pela Polícia, resolveu contar a falsa versão do sequestro”, declarou a delegada.

O motivo da extorsão praticada contra o padre não foi revelado pela Polícia. O caso será investigado por meio de um inquérito. O padre irá responder processo por praticar falsa comunicação de crime. Previsto no artigo 340 do Código Penal Brasileiro, o delito prevê pena de multa ou detenção de um a seis meses para quem provocar a ação de autoridade, para apurar ocorrência de crime ou de contravenção que não aconteceu.

Assessoria de Imprensa. Polícia Civil da Paraíba

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